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Medicamento com nanotecnologia é desenvolvido para tratar leishmaniose

Data: 22/10/2014

Um medicamento que diminuirá a resistência dos pacientes ao tratamento da leishmaniose cutânea, ao torná-lo menos invasivo e com menos efeitos colaterais, foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Usando a nanotecnologia, o Laboratório de Leishmaniose e Doença de Chagas da entidade criou um creme para ser aplicado na lesão, que é 30 vezes mais potente que as drogas utilizadas atualmente.

 

“Estamos nos baseando em drogas já conhecidas, mexemos em sua formulação e, até agora, temos bons resultados com nossas nanopartículas, que estão em torno de 50 nanômetros. E, na parte química, estamos testando vários tipos de ligantes, já aceitos pelo organismo, que favoreçam a penetração e a entrada de forma mais fácil das partículas dentro da célula, para que possa atingir o parasita”, explicou a bióloga Antônia Maria Ramos Franco, pesquisadora responsável pelo laboratório do Inpa.

 

A leishmaniose cutânea é uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. É transmitida ao homem pela picada das fêmeas infectadas de insetos flebotomíneos. No Brasil, esses insetos podem ser conhecidos por diferentes nomes de acordo com sua ocorrência geográfica, como tatuquira, mosquito-palha, asa dura, asa branca, cangalhinha, birigui e anjinho, entre outros.

 

Segundo o Ministério da Saúde, são notificados cerca de 21 mil casos por ano. A Região Norte apresenta o maior coeficiente, de 54,4 casos a cada 100 mil habitantes, seguida das regiões Centro-Oeste (22,9 casos/10 mil habitantes) e Nordeste (14,2 casos/100 mil habitantes).


 

(Fonte: Agência Gestão CT&I, com informações da Agência Brasil – 21/10/2014)



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