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Medicamento inovador no combate à obesidade e sobrepeso chega ao Brasil

Data: 01/11/2019

A partir de outubro, a Eurofarma, presente em 20 países e a farmacêutica brasileira que mais investe em inovação, anuncia a chegada de Belviq®  (cloridrato de lorcasserina) ao Brasil, medicamento inovador no combate à obesidade e ao sobrepeso.

 

Estudos clínicos mostraram que, após 52 semanas de tratamento, quase metade dos pacientes que usaram lorcasserina perderam 5% ou mais do peso corporal, sendo que cerca de 22% desses pacientes perderam 10% ou mais do peso corporal¹.

 

Disponível em todo o país, o produto é um aliado a mudança no estilo de vida, com dieta e atividade física, para a perda e manutenção do peso. Não sendo uma substância narcótica nem estimulante, Belviq® apresenta boa tolerabilidade e, consequentemente, permite boa aderência ao tratamento. Unido a isso está a segurança cardiovascular, comprovada pelos estudos clínicos: a taxa de eventos cardiovascular com uso de medicamento foi semelhante ao grupo que usou placebo²,1.

 

“Belviq® amplia ainda mais nossas soluções para o combate à obesidade e ao sobrepeso, além de trazer segurança e comodidade para médicos e seus pacientes. Este medicamento inovador possui eficácia aliada a segurança e tolerabilidade a fim de reduzir, por exemplo, o efeito sanfona, que tanto agride pacientes que sofrem desse mal”, comenta Roberta Junqueira, diretora Comercial da Eurofarma.

 

Epidemiologia – A prevalência da obesidade vem aumentando entre adultos, tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento e, no Brasil, não é diferente. Dados recentes apontam que 54% dos brasileiros estão com sobrepeso e aproximadamente 20% dos brasileiros já são considerados obesos. De acordo com o Ministério da Saúde, 1 em cada 5 brasileiros sofre com a obesidade. Nos últimos 10 anos, a população obesa no Brasil passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, representando um crescimento de 60%. Este número é ainda mais alarmante quando levamos em consideração a população entre 18 e 24 anos, na qual houve um crescimento da obesidade em 110%³.

 

Lorcasserina foi aprovada em 2012 pelo Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos como adjuvante de uma dieta reduzida em calorias e aumento da atividade física para controle crônico de peso em pacientes adultos com um índice de massa corporal (IMC) ≥30kg/m² (obesidade) ou ≥27 kg/m2 (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso (exemplo: hipertensão, dislipidemia ou diabetes mellitus tipo 2). O produto foi lançado nos Estados Unidos em 2013, e aprovado em 2016 no México e Brasil.

 

Segurança Cardiovascular – Um estudo realizado em 12 mil pacientes obesos ou com sobrepeso que apresentavam doença cardiovascular aterosclerótica ou múltiplos fatores de risco, como hipertensão e diabetes, comprovou a segurança cardiovascular do tratamento com a lorcasserina. O estudo constatou que o tratamento a longo prazo não aumenta a incidência de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores (MACE), incluindo infarto do miocárdio, derrame e morte cardiovascular. O objetivo de segurança primário do estudo foi atendido e também foi demonstrado melhora de vários fatores de risco cardiovasculares, incluindo pressão arterial, lipídios, glicemia e função renal. Além disso, o tratamento com lorcasserina diminui o risco de incidência de diabetes, induz a remissão da hiperglicemia e reduz o risco de complicações microvasculares em pacientes obesos ou com excesso de peso, ajudando na modificação do estilo de vida para o controle crônico do peso e da saúde metabólica2,3.

 

Belviq®  é o único medicamento para tratar obesidade e sobrepeso com comprovada segurança cardiovascular. O estudo de segurança cardiovascular em referência (CAMELLIA-TIMI 61) foi realizado em oito países, com acompanhamento médio de 3,3 anos e não mostrou diferença entre lorcasserina e placebo em eventos cardiovasculares (morte CV, IAM, AVC, IC, hospitalização por angina instável e revascularização miocárdica).2

 

Tolerabilidade – Trata-se de uma droga moderna com alta tolerabilidade, apresentando baixa incidência de eventos adversos, sendo os mais comumente relatados: cefaleia (dor de cabeça), tontura, fadiga, náusea, boca seca e constipação em pacientes sem diabetes, hipoglicemia, dor nas costas, tosse e fadiga em pacientes diabéticos, sendo eventos esporádicos e passageiros.2,4,1

 

 

 

(Fonte: Panashop - 31/10/19)



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