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Farmacovigilância da Anvisa é uma das melhores do mundo

Data: 23/05/2019

O sistema de farmacovigilância brasileiro, de competência da Anvisa, é compatível internacionalmente com os sistemas da União Europeia e dos Estados Unidos. A constatação é de um estudo da Universidade de Granada, na Espanha.

 

O artigo, intitulado “Uma análise comparativa do sistema de farmacovigilância do Brasil, da Espanha, da União Europeia e dos Estados Unidos baseado em informações fornecidas pelos sites das respectivas autoridades reguladoras”, realiza uma comparação entre a Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios (AEMPS), da Espanha; a European Medicines Agency (EMA), da União Europeia; o Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos; e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Foi constatado que a Agência Espanhola, a EMA, o FDA e a Anvisa são organizados de forma semelhante no que se refere à sua estrutura e cumprem a maioria dos 38 indicadores sobre os procedimentos de farmacovigilância e seus sistemas eletrônicos para a notificação de eventos adversos.

 

A Anvisa é a mais nova das agências avaliadas em relação à sua farmacovigilância.

 

Acesse o link do artigo: https://darujps.biomedcentral.com/articles/10.1007/s40199-019-00249-4.

 

O que é farmacovigilância?

A farmacovigilância é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “a ciência e as atividades relativas à identificação, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados ao uso de medicamentos”.

 

Cabe à farmacovigilância identificar, avaliar e monitorar a ocorrência dos eventos adversos relacionados ao uso dos medicamentos comercializados no mercado brasileiro, com o objetivo de garantir que os benefícios sejam maiores que os riscos por eles causados.

 

Além das reações adversas a medicamentos, são questões relevantes para essa atividade: eventos adversos causados por desvios da qualidade de medicamentos, inefetividade terapêutica, erros de medicação, uso de medicamentos para indicações não aprovadas no registro, uso abusivo, intoxicações e interações medicamentosas.

 

Importância

Para que um medicamento novo seja registrado na Anvisa, devem ser comprovadas a sua qualidade, eficácia e segurança. Isso é realizado por meio de estudos clínicos, de acordo com padrões de evidência científica. Embora esses estudos retratem o perfil do medicamento de maneira satisfatória, há certas limitações. Existe, por exemplo, limitação do número de indivíduos que participam dos estudos e do tempo de exposição ao medicamento.

 

Após a comercialização do medicamento e a sua utilização por uma grande quantidade de indivíduos, eventos raros e eventos decorrentes de uma exposição de longo prazo podem ocorrer. Um sistema de farmacovigilância deve ser capaz de identificar possíveis problemas relacionados ao uso de medicamentos de forma efetiva e oportuna, a fim de prevenir ou minimizar eventuais danos à saúde dos indivíduos.

 

 

 

(Fonte: Anvisa - 22/05/19)



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